terça-feira, 19 de julho de 2011

Lançamento do livro "Estrela ambulante" Editora Saraiva- Shopping Center Recife

Lançamento do livro "A estrela ambulante" de autoria da Prof. Joana'Darc em parceria com a Prof. Intérprete de Libras Josinalva Maciel e seus alunos surdos da escola Mínima Belizário.
José Alan (aluno Surdo), Josinalva (parceira na produção do livro), Joana D'Arc (Autora) E Jaqueline (aluna Surda).


José Alam e Jaqueline representando os alunos surdos que ilustraram o livro com belas pinturas alusivas à história e à cultura da cana-de-açúcar em Triunfo.

Material de Libras disponível.


Sites de LIBRAS














Libras. Info

Interlibras


You tube “músicas em libras”
 You tube “Vídeos em libras”

“Libras é legal”                                                                                                                                                                                                                             

A escrita dos Sinais.

Busque no google esse tema:

"Lições sobre o SignWriting"

Um Sistema de Escrita para Língua de Sinais

Valerie Sutton

Tradução: Marianne Rossi Stumpf

Colaboração: Antônio Carlos da Rocha Costa

Ronice Muller de Quadros

Tradução Parcial e Adaptação do Inglês/ASL para Português LIBRAS do livro “

Lessons in SignWriting “, de Valerie Sutton, publicado originalmente pelo DAC –

Deaf Action Committe for SignWriting.

Apoio:

Projeto SignNet

CNPq/ProTeM – UCPel/PUCRS/ULBRA

Dicas infalíveis para salvar os Professores frente a clientela atual.

www.sosprofessor.com.br


Geração X e Geração Y



A Sala dos Professores é um local privilegiado para verificação de muitas situações, ela serve também como uma espécie de termômetro de como anda o relacionamento da Equipe com os colegas e dos Professores com os Alunos.

Assim é comum ouvirmos frases saudosistas do tipo: “ no meu tempo aluno não falava assim”, “ na minha época isso não acontecia na sala de aula”. Na verdade o que ocorre é que os tempos são outros, e os jovens também.

A verdade é que o nosso comportamento muda, a sociedade muda, a cultura muda, enfim, o comportamento dos adolescentes também sofrem mudanças.

E foi para entender o comportamento do jovem, que os especialistas em marketing e recursos humanos começaram a buscar respostas. Então categorizaram as gerações no sentido de explicar o que estava acontecendo.

Assim, crianças, jovens e adultos nascidos a partir de 1980 foram denominados como Geração Y. Nós, os nascidos nas décadas de 1960 a 1970 somos chamados de Geração X.

Para que você compreenda melhor, a Geração Y se diferencia porque é formada, fundamentalmente, de jovens nascidos imersos num ambiente virtual, onde tudo é muito rápido, superficial e dinâmico.

Aqui no Brasil, esses jovens são aqueles que cresceram durante os anos 90 à frente do videogame, conviveram com a internet, o computador, o celular e um vasto conjunto de aparatos tecnológicos.

Mas, saber disso em que nos afeta ? Em tudo !!!. Temos de lidar com esta Geração diariamente e é fundamental que saibamos como ela funciona, deste modo poderemos conduzir todo o trabalho pedagógico de modo mais eficaz.

Veja abaixo algumas posturas própria dos jovens desta Geração:

- São Multitarefas: fazem diversas coisas ao mesmo tempo. Estudam, ouvem mp3, escrevem no messenger e vêem TV ao mesmo tempo,

- Organizam-se em comunidades físicas e virtuais: esses adolescentes tem comportamentos coletivos e também tem valores coletivos. Basta ver quantas comunidades no Orkut falam de escolas, professores e outros alunos,

- Valorizam o nível de atualização das informações. Por isso, não basta utilizar vídeos ou acessar a internet como recurso de apoio pedagógico. É preciso que esteja claro que as informações são as mais recentes.

- Relacionam-se com a informação de forma abrangente, mas pouco profunda. São restritivos aos temas que não lhes agradam. A falta de aprofundamento é uma questão série – daí a dificuldade de ler jornais por exemplo,

- Pedem retornos constantes e querem resultados imediatos. Se acham que não estão evoluindo em determinada matéria ou assunto, logo abandonam. Demandam atenção, pois cresceram assim.

- Julgam constantemente – e vão julgar seus professores, também, a todo momento.

- Frequentemente, fogem de suas responsabilidades. Tendem a ficar na casa dos pais e acham que as soluções dos problemas do mundo estão na mão de outras gerações, não nas deles.

- São individualistas, mas não necessariamente egoístas. Costumam ser empáticos, pois estão habituados à vida em comunidade.

Já a Geração X, que é a geração que está ministrando aulas, faz tudo conforme sua visão de mundo, sempre solicitando que o jovem se enquadre em situações que não são as situações vivenciadas por eles, daí os famosos conflitos dentro da sala de aula.

A nossa Geração, denominada de X, não transita naturalmente neste mundo digital, somos como estrangeiros, e por esta razão precisamos aprender a caminhar nesse “novo mundo” em que os jovens são cidadãos.

A Geração X foi escolarizada dentro de um modelo pedagógico tradicional, que prima pela passividade, e por esta razão reproduz este mesmo modelo com as novas gerações, provocando assim os famosos conflitos de relacionamento, que nada mais são que um descompasso de linguagem e postura entre as duas gerações.

Desmotivação dos Jovens:

Levando em consideração esta enorme diferença entre as Gerações, daquela que dá aula, e aquela que assiste às aulas, fica claro que os conflitos existirão em maior escala dentro da Escola, porém a causa mais grave deste choque de gerações, é a desmotivação dos jovens que se vêem desconectados do mundo da sala de aula e totalmente conectados com o mundo lá fora.

Como resolver isso ? O Professor precisa conhecer como esta nova geração pensa e age, e depois buscar novas práticas de ensino que estejam em consonância com este público. Lembre-se: o Professor não prepara a aula para si próprio, as aulas são preparadas para que o ALUNO aprenda.

Devemos ensinar não do jeito que é mais fácil para nós, e sim do jeito que o aluno possa aprender mais e melhor. Quais adequações e ajustes você já poderá fazer para diminuir esse choque de gerações nas suas aulas ? Comente no blog.

Para saber mais acesse o Curso Práticas de Ensino.


sexta-feira, 1 de julho de 2011

dowload grátis de livros e Legislação em Educação Inclusiva em todas as Áreas da Educação Especial

Artigos
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A Inclusão da criança com necessidades educacionais especiais
Acesso e permanência com sucesso: A avaliação escolar do aluno
Atualizações semânticas na inclusão de pessoas:
Deficiência mental ou intelectual? Doença ou transtorno mental?

Autismo-Pedagogia: Estratégia de ensino
Concepções sobre a lectoescrita braille
Estilos de aprendizagem: Inteligências múltiplas, estilos de aprendizagem educação de qualidade
A intertextualidade em narrativas escritas por crianças surdas
Altas Habilidades/Superdotação e a inclusão escolar
Autismo-Pedagogia: 50 dicas para administrar o déficit de atenção em sala de aula
Como chamar as pessoas que têm deficiência?

Dislexia e educação especial
Fundamentos para uma educação inclusiva
A questão do diagnóstico na vida atual
Aprendendo a ler: Relato de experiência
Autismo: Comportamento característico
Conceitos da Educação Especial - Censo Escolar 2005
Educação escolar de deficientes mentais: Problemas para a pesquisa e o desenvolvimento
Paralisia Cerebral
Síndrome de Down
Manual de observação para o professor
Integração X Exclusão 1
Integração X Exclusão 2
Integração X Exclusão 3
Integração X Exclusão 4
Letamento e Surdez
O uso de brinquedos e jogos na intervenção psicopedagógica de crianças com necessidades especiais
Lista de Checagem sobre as práticas inclusivas na sua escola
Fundamentos para uma educação inclusiva
Dicionários
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Dicionário
Dicionário Básico Português-Libras
Mini-dicionário dos intérpretes de línguas de sinais
Documentos
- Atendimento educacional especializado para a deficiência mental
- Aprendizado Educacional Especializado para deficientes
- Convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência
- Direito a Educação - Subsídios para a Gestão dos Sistemas Educacionais
- Documento Orientador 2006
- Programa de Ação Mundial para as pessoas deficientes
- O acesso de alunos com deficiência às escolas e classes comuns da rede regular
- Declaração de Salamanca
- Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação
- Cartilha da Inclusão
- PCNEST
- Educação Inclusiva do Município
- Declaração Mundial sobre a Educação para todos
- Política Nacional de Atenção à pessoa portadora de Síndrome
- Documento Subsidiário á política de inclusão.
- Educação inclusiva um desafio contemporâneo

quarta-feira, 6 de abril de 2011

signwriting para todos

Dicionário Básico Português-LIBRAS
Marianne Rossi Stumpf
(para o Projeto "Libras é Legal", coordenado por Otacílio Neto, para a FENEIS/SC, com patrocínio da Petrobrás)
Alfabeto Manual
Documentos Pessoais
Higiene
Alimentos
Material Escolar
Calendário
Estados do Brasil
Frutas
Verduras
Disciplinas/Áreas de Conhecimento
Meios de Transporte
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http://rocha.ucpel.tche.br/signwriting/dicionario-basico/dicionario-basico.htm 8/9/2008 Essa é a mais "nova" modalidade na educação de Surdos. A escrita dos sinais SIGNWRITING é uma revolução para a comunicação dos Surdos.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Código de Ética dos Intérpretes de Libras.

IntérpretesCódigo de Ética
1) O intérprete deve ser uma pessoa de alto caráter moral, honesto, consciente, confidente e de equilíbrio emocional. Ele guardará informações confidenciais e não poderá trair confidências, as quais foram confiadas à ele;
2) O intérprete deve manter uma atitude imparcial durante o transcurso da interpretação, evitando interferências e opiniões próprias, a menos que seja perguntado pelo grupo a fazê-lo.
3) O intérprete deve interpretar fielmente e com o melhor da sua habilidade, sempre transmitindo o pensamento, a intenção e o espírito do palestrante. Ele deve lembrar os limites da sua função particular - de forma neutra - e não ir além da sua responsabilidade.
4) O intérprete deve reconhecer seu próprio nível de competência e usar prudência em aceitar tarefas, procurando assistência de outros intérpretes e/ou profissionais, quando necessário, especialmente em palestras técnicas.
5) O intérprete deve adotar uma conduta adequada de se vestir, sem adereços, mantendo a dignidade da profissão e não chamando atenção indevida sobre si mesmo, durante o exercício da função;
6) O intérprete deve ser remunerado por serviços prestados e se dispor a providenciar serviços de interpretação, em situações onde fundos não são disponíveis.
7) Acordos a níveis profissionais devem ter remuneração de acordo com a tabela de cada estado, aprovada pela FENEIS;
8) O intérprete jamais deve encorajar pessoas surdas a buscarem decisões legais ou outras em seu favor;
9) O intérprete deve considerar os diversos níveis da Língua Brasileira de Sinais.
9) Em casos legais, o intérprete deve informar à autoridade quando o nível de comunicação da pessoa surda envolvida é tal, que a interpretação literal não é possível e o intérprete, então, terá de parafrasear de modo crasso o que se está dizendo para a pessoa surda e o que ela está dizendo à autoridade.
10) O intérprete deve se esforçar para reconhecer os vários tipos de assistência necessitados pelo surdo e fazer o melhor para atender as suas necessidades particulares.
11) Reconhecendo a necessidade para o seu desenvolvimento profissional, o intérprete deve se agrupar com colegas profissionais com o propósito de dividir novos conhecimentos e desenvolvimentos, procurar compreender as implicações da surdez e as necessidades particulares da pessoa surda alargando sua educação e conhecimento da vida, e desenvolver suas capacidades expressivas e receptivas em interpretação e tradução.
12) O intérprete deve procurar manter a dignidade, o respeito e a pureza da Língua de Sinais. E também deve estar pronto para aprender e aceitar sinais novos, se isto for necessário para o entendimento.
13) O intérprete deve esclarecer o público no que diz respeito ao surdo sempre que possível, reconhecendo que muitos equívocos (má informação) tem surgido por causa da falta de conhecimento do público na área da surdez e comunicação com o surdo.


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Semana Estadual da Pessoa com Deficiência

LAZER PARA TODOS

“As Pessoas precisam de lazer, independentemente 
de suas condições físicas, intelectuais ou sociais,
pois o lazer é essencial a sua vida. 
O lazer alegra e motiva as Pessoas, juntando-as e dando-lhes
oportunidade de ficar felizes, trocar experiências, ajudarem-se mutuamente: 
As que enxergam e as que não enxergam as que escutam muito
bem e aquelas que não escutam as que correm muito depressa e as que não
podem correr as que aprendem rápido e as que aprendem lentamente.” 
          (Brincar para todos – MEC)